buscape e bondfaro

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Séra que o mundo esta proxim o do fim ?



Por mais inacreditável que pareça, caíram fragmentos de um meteoro na Terra. A queda de meteoritos está naquela categoria de possibilidades remotas.
Um bocadinho como o Euromilhões, mas no mau sentido. O mais recente meteoro, que teria o simpático peso de 7.000 toneladas, desintegrou-se na atmosfera sem que ninguém o pudesse prever e os meteoritos espatifaram-se na zona dos montes Urais, na Rússia. A surpresa celestial provocou mais de mil feridos e uma destruição generalizada de edifícios e automóveis. As únicas pessoas nada atónitas com o acontecimento foram os especialistas, que afirmam que a queda de meteoros é mais frequente do que pensamos. A diferença foi ter havido meteoritos a cair no meio de pessoas. Se é assim, então não estamos perante uma possibilidade remota, mas antes perante uma possibilidade pouco conhecida por falta de testemunhas com câmara no telemóvel. Só nos faltava mais um motivo de preocupação.
Quando sabemos pouco
Alfred Hitchcock está na berlinda. Desta vez, o tema explorado é a produção do filme Psycho e a relação entre o realizador e a mulher, Alma Reville. O filme de Sacha Gervasi, com Anthony Hopkins e Helen Mirren, não é tão desinteressante como o de Julian Jarrold, de que aqui falei há tempos. Mas também não é nenhuma obra-prima. Há uma tendência voyeurista na descrição das relações de Hitchcock com as pessoas na sua vida que não passam da aborrecida superficialidade. O homem que gostava das louras, inseguro, dependente da mulher, nada disto basta para entendermos um dos realizadores mais marcantes da história do cinema. Esta insistência nos detalhes domésticos só pode ter que ver com o verdadeiro mistério que seria esta pessoa, mais privada do que tantos gostariam. Não gostei nada de Hopkins no papel. Parece que tem bócio. Helen Mirren, pelo contrário, é excelente. Não sei se será Alma Reville, mas está bene trovatta.

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